
"Ligue os pontos com 4 (ou menos) linhas retas, sem levantar a caneta do papel."
A solução não está dentro do quadrado. Em pele espessa, também não está dentro do protocolo.


E veem problemas diferentes:


Enxerto é consequência do planejamento. Não é o início da decisão — é o resultado dela.


Existe necessidade estrutural específica. O cirurgião precisa pensar como engenheiro.
Com o tempo você para de repetir técnica e passa a resolver problema. Pele espessa exige isso: adaptação, não protocolo.


Quanto melhor a pele chega no dia da cirurgia, mais previsível é a resposta no pós.
Pele espessa pede estrutura. Estrutura pede enxerto. Cirurgia pede plano B, C e D dentro do mesmo procedimento.


Acompanhar paciente. Cuidar da parte psicológica. Gerenciar expectativa.
Confiar no próprio trabalho — porque no final, o resultado vai depender da evolução do paciente.
Áreas mais frequentes de queixa em pacientes com Transtorno Dismórfico Corporal:


Otorrinolaringologista · Cirurgiã Plástica Facial
